segunda-feira, 10 de outubro de 2011
falores.
pras flores,
pros horrores,
pra vocês atrizes e atores,
e todas suas cores,
sem nenhum ressentimento, nem dores,
só acordes de quem canta a melodia dos meus amores,
fingindo estar apenas nos bastidores.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
e quando chega a hora;
de experimentar um nova influência de sotaque,
dar asas à madrugadas frias e musicais,
num lugar que nunca pare de chover,
onde só exista um lugar pra voar e não se machucar,
sem que você possa lembrar do que já passou e nunca acabou de verdade,
não precise esbarrar com suas realidades insanas de cada segundo de sua vida,
como uma caixinha de madeira que mal abre direito, sem mais nada dentro.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
viagem no tempo.
momentos de segurança máxima milimetricamente calculados,
visão do século XXV,
dimensão paralela complexamente flutuante,
o retorno à óca e um taxista robô.
visão do século XXV,
dimensão paralela complexamente flutuante,
o retorno à óca e um taxista robô.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
sonhos surreais e longínquos do dois mil e do novo nove,
só pra quem pode,
pra quem viveu obliquamente insatisfeito,
e ao mesmo tempo visivelmente e notoriamente satisfeito com o passado.
só pra quem entende,
pra quem sabe o que viu,
o que não viu,
e o que ainda vai ver.
pra quem viveu obliquamente insatisfeito,
e ao mesmo tempo visivelmente e notoriamente satisfeito com o passado.
só pra quem entende,
pra quem sabe o que viu,
o que não viu,
e o que ainda vai ver.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
dhúãnna bóit?
amanhã eu vou fazer uma música,
letra, melodia, ritmo, batida e tal,
uma pura sincronia com você.
não, eu quis dizer,
você,
não você,
sim, você,
você,
você não po,
sim, você, claro,
não você,
só você,
é,
você.
só que você esqueceu de me lembrar que hoje já é amanhã,
como lidar com a situação?
segunda-feira, 11 de julho de 2011
há muito o que viver.
porque todo mundo que está acá, sempre vai achar melhor o lado de lá,
mas só quem já esteve lá e cá, realmente sabe porque pousa onde pousa o sabiá.
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