e enquanto isso
eu ainda estou na minha,
por isso te digo
vai, caminha,
mas não procure pelo passado,
nem ande na linha,
você pode se arrepender
se perder
nessa imensidade mesquinha.
domingo, 17 de junho de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
and when the going gets rough,
and you feel like you may fall
just look on the brightside
you're roughly six feet tall.
just look on the brightside
you're roughly six feet tall.
sexta-feira, 9 de março de 2012
sábado, 18 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
o conto daquele que já não o podia mais contar,
estava quente,
quente o bastante para reclamar, como todos sempre costumaram fazer,
e ainda o fazem,
pelo simples fato de não saber como será seu amanhã, nem se importar com isso.
escovou os dentes rapidamente, parecia apressado,
o fez inutilmente, já que doze minutos depois já estava banhando-os de uma grande quantidade de açúcar, cevada e ideias mirabolantemente achatadas,
tão deformadas que o fez esquecer de como tudo isso não passa,
mesmo quando você quer que passe.
e foi, foi para onde seu destino o mandou,
sem nem saber,
entrou na variante estupidamente móvel sem nem olhar pra trás
não se arrependeu
não teve tempo pra isso
sorriu, gritou
cantou,
não como se fosse sua última vez,
não disse a ninguém o que realmente deveria ter dito,
e já não importava mais,
sem luz, tudo é mais fácil,
todas as curvas são menos acentudas,
a música mais alta que o som do movimento não acusava nada nem ninguém,
e nunca precisou,
em tão poucos segundos,
onde existia o 99, já não existe mais nada,
nem ninguém,
só sua história,
que ninguém nunca poderá contar.
quente o bastante para reclamar, como todos sempre costumaram fazer,
e ainda o fazem,
pelo simples fato de não saber como será seu amanhã, nem se importar com isso.
escovou os dentes rapidamente, parecia apressado,
o fez inutilmente, já que doze minutos depois já estava banhando-os de uma grande quantidade de açúcar, cevada e ideias mirabolantemente achatadas,
tão deformadas que o fez esquecer de como tudo isso não passa,
mesmo quando você quer que passe.
e foi, foi para onde seu destino o mandou,
sem nem saber,
entrou na variante estupidamente móvel sem nem olhar pra trás
não se arrependeu
não teve tempo pra isso
sorriu, gritou
cantou,
não como se fosse sua última vez,
não disse a ninguém o que realmente deveria ter dito,
e já não importava mais,
sem luz, tudo é mais fácil,
todas as curvas são menos acentudas,
a música mais alta que o som do movimento não acusava nada nem ninguém,
e nunca precisou,
em tão poucos segundos,
onde existia o 99, já não existe mais nada,
nem ninguém,
só sua história,
que ninguém nunca poderá contar.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
(eu sei)
ela já te ingeriu,
crioula,
filha de uma papoula,
olhar inerente a si mesma
prolixa e sem função,
e você nem sabe por quê;
ela já te digeriu,
já pensou que sabe do que todos falam,
e também nem sabe por quê,
tão humilde escolha,
ser criança para sempre como num filme sobre aquela esverdeada folha
você podia me contar algo novo, que tal?
algo de que eu não sei por quê;
pode nunca mudar minha vida,
porque eu sei tanto de tão pouco,
que só precisava ver,
que ela já te engoliu,
e nem eu sei por quê,
que depois dessa nulidade nutricional,
só me restou sua azia de A a Z,
com todas as letras do beto-alfa,
que até caberiam numa música;
se não fossem esses dias fantasmagoricamente obstruídos,
se eu ainda morasse no celeiro daquele cavalo,
se eu não tivesse esquecido,
se eu soubesse por quê.
crioula,
filha de uma papoula,
olhar inerente a si mesma
prolixa e sem função,
e você nem sabe por quê;
ela já te digeriu,
já pensou que sabe do que todos falam,
e também nem sabe por quê,
tão humilde escolha,
ser criança para sempre como num filme sobre aquela esverdeada folha
você podia me contar algo novo, que tal?
algo de que eu não sei por quê;
pode nunca mudar minha vida,
porque eu sei tanto de tão pouco,
que só precisava ver,
que ela já te engoliu,
e nem eu sei por quê,
que depois dessa nulidade nutricional,
só me restou sua azia de A a Z,
com todas as letras do beto-alfa,
que até caberiam numa música;
se não fossem esses dias fantasmagoricamente obstruídos,
se eu ainda morasse no celeiro daquele cavalo,
se eu não tivesse esquecido,
se eu soubesse por quê.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
pra quem achou,
que eu iria parar de me coçar por aqui,
se enganou,
ninguém nunca teve muito sucesso ao me investigar,
então o que diriam os pássaros que voam mais alto?
muito mais alto,
que você um dia já pensou que poderia sonhar,
não, não sou obrigado a ter que ler inúteis erros de português,
e também não vou,
tenho mais o que fazer,
algo conhecido mais ou menos como,
esquece.
domingo, 4 de dezembro de 2011
iêu nõul
en ma uãrld
uan c'ngs sta chu ghet uíard
dai sai itz taim chu liv
liv chu sam ué laic uan iul rev neva bin befóu
nou storis
nou pest
nou diz graissa
nou blãdi pipol
giãst mei
und mei
und mai s'ótz
und ma tông
ól ueis thrain chu faind an iskêip
fóu chu nait.
uan c'ngs sta chu ghet uíard
dai sai itz taim chu liv
liv chu sam ué laic uan iul rev neva bin befóu
nou storis
nou pest
nou diz graissa
nou blãdi pipol
giãst mei
und mei
und mai s'ótz
und ma tông
ól ueis thrain chu faind an iskêip
fóu chu nait.
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