ter todo esse espaço
e nada por dentro
nada por fora
nada de fora
nada de tchau
nada de oi
de quem já se foi
e não quer mais saber
nem de esclarecer
esse frio escurecido
nessa noite desaquecida
onde o tudo ainda é nada
onde o tempo ainda passa
e nele você ainda se vê
como a três anos atrás
sem menos
sem mais.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
quinta-feira, 23 de maio de 2013
sábado, 11 de maio de 2013
de um sabadão você aprende;
que todo esse saber
dói
já que ter
corrói
e é nessa longa efemeridade
do dia todo
de todo dia
por vício
da idade
que você age
age
age
age
age
e reage.
dói
já que ter
corrói
e é nessa longa efemeridade
do dia todo
de todo dia
por vício
da idade
que você age
age
age
age
age
e reage.
quinta-feira, 2 de maio de 2013
sábado, 27 de abril de 2013
terça-feira, 2 de abril de 2013
não seja;
enganado pelo que seja
por mais que a cereja
esteja presa
a você
nada que eu disse
vai me fazer esquecer
de tudo que a memória esteja
levando pela correnteza
da razão
meu eu sempre esteve aqui
goste você ou não
queira você ou não
me queira você ou não
me importo muito
já me importei muito
e já não sei se devo mais me importar
viver sem lembrar pode custar
bem caro
pros que sempre souberam
que tudo isso
é muito mais do que isso
mesmo se no nisso
você possa encontrar razão
pro jamais compreendido.
por mais que a cereja
esteja presa
a você
nada que eu disse
vai me fazer esquecer
de tudo que a memória esteja
levando pela correnteza
da razão
meu eu sempre esteve aqui
goste você ou não
queira você ou não
me queira você ou não
me importo muito
já me importei muito
e já não sei se devo mais me importar
viver sem lembrar pode custar
bem caro
pros que sempre souberam
que tudo isso
é muito mais do que isso
mesmo se no nisso
você possa encontrar razão
pro jamais compreendido.
sábado, 30 de março de 2013
travesseiro de rímel;
de uma noite
pra não não se lembrar
de dois sonhos
consecutivamente
inabaláveis pela real melodia
de uma realidade lucidamente irreal
obviamente surreal
daqueles que nunca esperam pelo adeus
do ensolarado amanhã
pelo olá
do hoje que depois virá
como um saudoso abraço
sem eu nem me importar
se sei o que vivi
ou se o que vi
já me fez esquecer
de quem eu sempre fui
de quem eu sempre quis
de quem eu já esqueci
de que tudo ainda pode ser tão bom
como foi a alguns segundos atrás.
pra não não se lembrar
de dois sonhos
consecutivamente
inabaláveis pela real melodia
de uma realidade lucidamente irreal
obviamente surreal
daqueles que nunca esperam pelo adeus
do ensolarado amanhã
pelo olá
do hoje que depois virá
como um saudoso abraço
sem eu nem me importar
se sei o que vivi
ou se o que vi
já me fez esquecer
de quem eu sempre fui
de quem eu sempre quis
de quem eu já esqueci
de que tudo ainda pode ser tão bom
como foi a alguns segundos atrás.
quinta-feira, 21 de março de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)