é?
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
sonhos surreais e longínquos do dois mil e do novo nove,
só pra quem pode,
pra quem viveu obliquamente insatisfeito,
e ao mesmo tempo visivelmente e notoriamente satisfeito com o passado.
só pra quem entende,
pra quem sabe o que viu,
o que não viu,
e o que ainda vai ver.
pra quem viveu obliquamente insatisfeito,
e ao mesmo tempo visivelmente e notoriamente satisfeito com o passado.
só pra quem entende,
pra quem sabe o que viu,
o que não viu,
e o que ainda vai ver.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
dhúãnna bóit?
amanhã eu vou fazer uma música,
letra, melodia, ritmo, batida e tal,
uma pura sincronia com você.
não, eu quis dizer,
você,
não você,
sim, você,
você,
você não po,
sim, você, claro,
não você,
só você,
é,
você.
só que você esqueceu de me lembrar que hoje já é amanhã,
como lidar com a situação?
segunda-feira, 11 de julho de 2011
há muito o que viver.
porque todo mundo que está acá, sempre vai achar melhor o lado de lá,
mas só quem já esteve lá e cá, realmente sabe porque pousa onde pousa o sabiá.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
linhas.
tão pequeninas,
tão finas,
só minhas.
milhares delas,
nós, calos e mortadelas,
sim, eu fui na cozinha,
e pra variar ainda estou com fome.
domingo, 5 de junho de 2011
pipoca de três dias atrás;
de um tempo que não volta mais,
que já não mais me satisfaz,
de quem se importava com você; de bermudas florais,
ouvindo garotas, garotos e marsupiais,
um dia fugaz, seus restos mortais,
meus novos dias transcedentais,
você ficando pra trás;
viver assim nunca mais.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
cadeira de balanço.
eu sou mais velho do que eu gostaria de ser,
e esse lugar não tem mais nada pra mim,
por toda minha vida, eu tentei achar outro caminho,
e eu não me importo com sua atitude,
você me derruba, e eu te acho rude
por toda minha vida, eu tentei fazer um dia melhor,
mas é muito difícil ficar sozinho,
sentado aqui do lado do telefone,
esperando pelas minhas memórias,
pra vir e tocar,
e é muito difícil sentar lá,
balançando em sua cadeira de balanço,
e isso tudo é demais pra mim,
quando você não está lá.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
nós, e a tal gia;
vocês, com seus por quês,
eu com minhas respostas,
mas agora que meu tempo trocou de marcha,
não acreditava tanto na capacidade humana de se adaptar à situações como acredito agora,
e numa noite escura só fica a nostalgia,
de um tempo onde a inspiração entrava no meu quarto sem eu nem pedir,
mas agora não, preciso abrir a janela pra esse vento entrar,
pra o tempo passar,
tão tão devagar.
por dias incertos, equilibrados por um fio,
pelas mãos do tempo, das possibilidades e probabilidades,
por palavras pensadas três vezes e meia antes de serem ditas,
por melodias oscilantes tão vivas,
mas não sei se só em minha cabeça,
por uma chama que você não consegue ver,
e às vezes torna-se difícil de se aquecer com ela em dias frios,
não vou mentir dizendo que não sinto saudades dos dias de seu calor intenso,
até porque me disseram que o inverno está chegando.
terça-feira, 10 de maio de 2011
forme sua banda.
forme seu mundo,
forme sua personalidade,
forme sua vida,
forme seus acordes,
forme momentos,
forme amigos,
forme seu respeito,
forme dias inesquecíveis,
forme seu amor.
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